Que estranho este sentimento de nostalgia que o invade enquanto o vento lhe sopra na cara.
Parece um filme... E ele está a vê-lo projectado no ecran. Está a ver-se a si projectado no ecran. Enquanto chora compulsivamente, pensando nos sentimentos que o invadem neste momento de solidão que não escolheu.
E ele não gosta do que vê. Vê um tipo alegre que chora; um tipo feliz que está triste; um tipo com tudo para ser feliz, mas que não o é totalmente.
E ele percebe que afinal é mesmo esse tipo. Quer queira, quer não. Quer goste ou não. Ele é aquele tipo que ao pensar em como te teve, e em como te deixou ir, fica assim: meio aparvalhado dos sentimentos, sem razão nas palavras e sem nexo no olhar, que vê tudo sem querer, mas esquece o essencial... que é que continuas aí. E isso é tão bom!
Só tem de lutar por isso outra vez, não é? Mas custa tanto...
ahhhhhhhhhhh...ai discordo....lutar por amor/paixão...é sempre tão facil que se torna prazeroso...
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