São ripas verdes de madeira, unidas numa armação de ferro e presas por grandes parafusos que dão forma ao banco do jardim que ouviu a conversa deles. A conversa que acabou bem e que deu àquelas pessoas uma razão para se olharem felizes. Para olharem o rio que passa e a relva que atrás deles lhes traz o cheiro de acabada de cortar. A mistura do cheiro do rio, com o da relva recém cortada eternizou aquele momento. Eles sabiam-no. E o banco de jardim também. Foi um momento feliz que contrastou com outros momentos que passaram por aquele banco. De lágrimas caídas sem amparo, de conversas tristes e de decisões abruptas. É assim, a vida de um banco de jardim, mas hoje aquele jardim e aquele banco estavam felizes, porque ajudaram a que a felicidade continuasse para aquelas pessoas.
E depois, mãe e filho levantaram-se. Deram um beijo de boa tarde e partiram para as suas vidas. O almoço tinha sido o melhor momento do seu dia, não pelo jardim, nem pela sandes, mas pela companhia de um filho e de uma mãe que se amam para sempre.
E eu amo a minha para sempre!
E eu amo a minha para sempre ;)
ResponderEliminarbeijinho meu amigo X ;)
a tua escrita nunca deixa de me surpreender puto!!!...bolas!!!
ResponderEliminarAdoro o conceito incial da vedação como testemunha do momento...muito originalmente incorporado no texto.... clap clap clap