E sem saber bem o que fazia, ela escreveu na folha dele:
«Não consigo, no entanto, deixar de respirar de alívio, apesar destas lágrimas que teimam em cair e salgar-me o rosto, mesmo sem eu querer.»
E ele só conseguiu assentir afirmativamente com a cabeça, ou como quem não tinha ouvido nada, ou como quem se sentia tão cansado de pensar e sentir o mesmo que ela.
E ela percebeu que era, sem dúvida, a segunda opção.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário