De vez em quando ele sentia que nada fazia sentido. Que o que estudava não fazia nada por ele. Que só quando escrevia tudo fazia sentido. Que só quando sonhava a vida fazia sentido. Só quando pensava que ia ser capaz é que a vida lhe parecia feliz. Naquele dia ele estava feliz. Não 'super-feliz', mas feliz! E fez o que gosta. Escreveu. Sonhou. Tentou espalhar o seu sonho. Tem vergonha, receio, verdade e vontade de ir em frente. Mas às vezes faltam-lhe as forças e ele diz «vai-se indo». Não devia, mas é assim.
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Um dia vai conseguir... Esperemos!