«nestas coisas da escrita, não é raro que uma palavra puxe por outra só
pelo bem que soam juntas»

José Saramago in A Viagem do
Elefante


domingo, 21 de novembro de 2010

Como sempre foste, ainda hoje te vejo como o meu escape. Aquele porto seguro que todas as pessoas têm - é assim como te vejo. Com cada segundo em que penso em ti, com cada palavra que te digo ou que oiço tu dizeres-me - tudo isso é o meu porto seguro, a minha garantia. Garantia vitalícia, espero.


Pode ser?

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