Ela passeava sem destino,
Dançava com o vento.
Olhava sem rumo,
Não tinha ambição.
Vivia cada dia pior,
Sem alma no coração.
Respirava sem saber,
Vivia sem querer.
Desconhecia o olhar que a via.
Nem pensava, mas acontecia.
Alguém de olhar sereno e virgem,
Observava-a e, sem culpa, despiu-a.
Sentiu-se incomodada, e partiu.
E ele, sentiu-se inútil e fugiu.
Ganhou vida e escreveu.
Era um escritor sem dom,
que procurava sensações.
E ela uma mulher com vida,
que procurava ambições.
E assim a vida continuou.
Um dia destes peço autorização e faço e posto-te no meu blog!
ResponderEliminarTens MESMO a certeza que tens 19 anitos?!?!isto vem de onde!?!?