Naquele dia ele fez tudo a correr...
Queira fazer tudo a correr só para chegar perto dela outra vez.
Para voltar a senti-la.
Conversou a correr.
Comeu a correr.
Trabalhou a correr.
Viveu a correr.
Tudo isso inconscientemente.
Só para estar perto dela.
Para voltar a pensar na vida.
Para voltar a olhar orgulhoso para a vida.
Aquele dia, ele viveu-o bem-disposto.
Mesmo apesar de ser um dia que o deixava triste.
Foi naquele dia que passavam dois anos sobre a morte dela.
Naquele dia ele continuava a amá-la.
E esteve sempre com ela...
quinta-feira, 25 de março de 2010
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Adorei este poema!
ResponderEliminarTambém continuas a escrever da mesma maneira, muito melhor, mas há um traço que te persegue!
Lembro-me de uma brincadeira que fizemos numa aula da prof. de português... que os meus textos acabavam sempre bem e os teus tinham sempre algo que nos deixavam a pensar : Coitados! :P
Mas adoro-os.
beijo grande
sempre que te leio...há certas frases, ou posts que me tirasm a respiração...a intensidade com que sentes estes momentos transparece deste lado...isto, contrariamente ao que escreveste algures num post teu...é um DOM menino...agarra-o!
ResponderEliminar(revejo-me muito MESMO na tua escrita...vejo a cArrie dos 20 anos...às vezes olho para o que escrevi dos 17 aos... 23/24 e penso...caramba...fui mesmo eu?...e depois não sei o que me aconteceu deixei de ter a capacidade de transformar tudo num poema intenso...não deixes que isso te aconteça.)